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sábado, 18 de junho de 2011

Cinco Minutos

Meditação: … atendeu à oração do desamparado e não lhe desdenhou as preces. (Salmo 102:17)
Pensamento: A oração é um reconhecimento de nossa necessidade por Deus.
Leitura: Salmo 102:1-17.
Mensagem:
Cinco Minutos
            Li sobre a regra dos cinco minutos que uma mãe usava com seus filhos. Eles deveriam estar prontos para ir à escola e reunirem-se cinco minutos antes do horário de sair de casa, todos os dias.
            Todos ficavam ao redor da mãe e ela orava citando o nome de cada um, pedindo a bênção do Senhor para o dia deles. A seguir, ela os beijava e todos saíam. Até mesmo as crianças da vizinhança eram incluídas no círculo de oração, se por acaso estivessem ali no momento. Muitos anos depois, uma as crianças disse que aprendera como a oração é importante para o seu dia, a partir dessa experiência.
            O escritor do Salmo 102 conhecia a importância da oração. Esse salmo é rotulado como “Oração do aflito que, desfalecido, derrama o seu queixume perante o SENHOR”. Ele clamou, “Ouve, SENHOR, a minha súplica […] no dia em que eu clamar, dá-te pressa em acudir-me” (Salmo 102:1-2). Deus olha para baixo “… do alto do seu santuário, desde os céus, baixou vistas à terra” (Salmo 102:19).
            Deus se preocupa e quer saber o que acontece com você. Quer você siga a regra dos cinco minutos pedindo por bênção durante o seu dia ou precise investir mais tempo chamando a Ele em profunda aflição, fale com o Senhor diariamente. O seu exemplo pode causar grande impacto em sua família ou em alguém próximo a você.
FONTE:
Anne M. Cetas

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Respostas de Deus


Meditação: … falava ainda na oração, quando o homem Gabriel […] me tocou… (Daniel 9:21)
Pensamento: As respostas de Deus às nossas orações podem exceder nossas expectativas.
Leitura: Daniel 9:21.
Mensagem:
Respostas de Deus
            Daniel derramou seu coração diante de Deus (Daniel 9:2) Ele tinha lido o livro de Jeremias e redescoberto a promessa de Deus de que o cativeiro de Israel na Babilônia duraria 70 anos. Dessa maneira, num esforço para representar seu povo diante de Deus, Daniel jejuou e orou. Ele suplicou a Deus que não demorasse em resgatar Seu povo (Daniel 9:2).
            Quando oramos, há coisas que podemos saber e outras que não podemos. Por exemplo, temos a garantia de que Deus ouvirá nossa oração se o reconhecermos como nosso Pai celestial através da fé em Jesus; e sabemos que Sua resposta virá de acordo com a Sua vontade. Mas não sabemos quando virá ou qual será Sua resposta.
            Para Daniel, a resposta à sua oração veio imediatamente e de um modo miraculoso. Enquanto ele orava, o anjo Gabriel chegou para suprir-lhe a resposta. Mas a natureza fora tão surpreendente quanto à rapidez com que viera. Daniel questionou Deus sobre os “70 anos?” e a resposta foi sobre as proféticas “70 semanas dos anos”. Daniel pediu a Deus uma resposta sobre o aqui e o agora, mas a resposta de Deus estava relacionada com eventos que aconteceriam em milhares de anos.
            Centrados como somos em nossa situação imediata, podemos nos chocar com a resposta de Deus. Ainda assim podemos saber que a resposta será para a glória dele.
FONTE:
J. David Branon

sábado, 18 de dezembro de 2010

A oração de Jabes.

Jabes foi a única pessoa na Bíblia que recebeu tudo que pediu a Deus. (I Crônicas 4.9-10)

“Jabes foi o homem mais respeitado de sua família. Sua mãe lhe deu o nome de Jabes, dizendo: com muitas dores o dei a luz. Jabes orou ao Deus de Israel: “Ah, abençoa-me e aumenta as minhas terras. Que a tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores.” E Deus atendeu seu pedido.”

O nome Jabes significa sequidão, deserto. Para que esse nome fosse dado a ele por sua mãe, ele deve ter representado algum tipo de sofrimento.

Na cultura judaica, o nome de um filho é dado de acordo com sua história, desde a concepção.

O nome de Jesus foi escolhido pelo próprio Deus e um dos seus significados é “O enviado”. Você já reparou que o nome JESUS CRISTO, só combina para o salvador?

Segundo os estudiosos, quando uma mãe judia colocava o nome no filho, é porque havia a ausência da figura paterna. Quando podemos dizer que um pai é ausente? Pelo falecimento, abandono, morte, por um estupro... Não sabemos o que aconteceu, o certo é que a gravidez dessa mulher foi uma gravidez complicada.

Alguns comentários dão abertura, sugerindo um eclampse, ou um filho que nasceu com dificuldades.

Talvez você seja como ele, ninguém acredita que você irá vencer na vida. A mãe de Jabes não viu nele um sonho, uma pessoa com potencial. Não sabemos qual era o seu problema. Poderia ser alguma deficiência física, uma dificuldade mental, mas vemos um desejo do coração dele na oração “Tomara Deus que o Senhor me abençoe.”

Uma pessoa que possui qualquer tipo de deficiência física, principalmente nas pernas, tem muitas limitações. Se hoje é complicado, imagine naquela época. Mas Jabes invocou ao Senhor. Quando alguém não acreditar em você, invoque ao Deus de Israel.

Quem sabe você tem esperado muito das pessoas ao invés de lançar sua confiança em Deus. Peça ao Senhor para ensiná-lo a confiar n’Ele. Talvez você dependa muito de alguém; um filho, um advogado... Dependa e confie no Senhor.

Talvez ninguém acredite em você por um erro cometido e por isso tenha sido abandonado por todos, mas clame ao Senhor como Jabes e peça misericórdia. Jabes fez isso e Deus agradou-se dele, registrando sua história.

Jabes também pediu que o Senhor ampliasse suas fronteiras: “Que o Senhor amplie as minhas fronteiras.” As pessoas têm o costume de querer nos limitar. Quando temos algum desejo, sonho, vamos encontrar pessoas para tentar abafá-los. Jabes pediu que o Senhor arrancasse da vida dele, a cerca que o demilitava e o colocava como uma pessoa que não tinha opção de vitória.

Quase todos nós, já escutamos: “Quem você pensa que é para querer ser alguém na vida? Você não tem nem o segundo grau?” “Você com apartamento, morando naquele puxadinho?” Jabes orou: “Deus, amplie meus horizontes.”

Satanás trabalha com os extremos. “Se você parar de contribuir na igreja, a igreja acaba. Se você não ajudar sua família, eles estão fritos.”
Deus é especialista em mostrar que tudo na nossa vida pode mudar.

Depois da segunda guerra mundial, o Japão foi um país desacreditado, ninguém cria que pudesse reerguer-se, mas um príncipe japonês foi estudar nos EUA e ao voltar no meio das cinzas, viu um tronco queimado e no meio dele um brotinho. Pensou: “é possível ter vida aqui”.

Observou que todos os carros do mundo tinham farol redondo, então criaram o farol parecido com os olhos deles, puxadinhos e assim começaram a reduzir as coisas, criando tudo em miniatura. Hoje o Japão hoje é a segunda maior economia do mundo. Estamos falando de uma ilha. As empresas japonesas dominam o mundo.

Se uma ilha destruída reergueu-se e tornou-se uma das maiores potencias econômicas do mundo, imagine o que o Senhor não pode fazer por nós.

“Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.” Lucas 12.27.

Leia o livro do Pr. Jorge, “A vitoria é uma escolha”.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Orai sem cessar.

O texto de Lucas 18.1 relata: “Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer”. A parábola é a do Juiz Iníquo.

Nela, Jesus ensina sobre a necessária perseverança na oração.
Ele sabe, muito bem, que a nossa natureza é propensa a desencorajar-se quando não tem uma imediata resposta à oração. Muitas vezes pensamos que Deus não nos ouviu, e, então, desanimamos de orar.
Pode ser, também, que deixamos de orar porque achamos que a insistência em suplicar pode cansar Deus?

Os israelitas, nos dias de Jesus, limitavam seus períodos de oração em três vezes ao dia (conforme Daniel 1.10), justamente para não importunar a Deus. Será que o nosso Pai afadiga-se?
O profeta Isaias afirma: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga?” (Isaias 40.28).
Deus é extremamente atencioso. Está atento a cada pedido que lhe é feito. Mas, ele sabe, exatamente, qual o melhor momento para responder, e de que forma o fazer.
Também, ele sabe qual a oração que não deve ser respondida, pois, sabe o que vai nos beneficiar ou não.

Os motivos pelos quais oramos, muitas vezes, não estão dentro da vontade de Deus, assim, ele não responderá porque o que não é de sua vontade não será bom para nós.
Deus, sempre, visa o nosso bem. Mas, é certo que Deus, no momento adequado, se manifestará.
Sou edificado, cada vez que leio a palavra que Deus dirigiu a Moisés na sarça ardente: “Certamente, vi a aflição de meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel” (Êxodo 3.7,8).
São sabemos por quanto tempo o povo clamou por sua libertação do Egito. Mas, certamente, não houve esmorecimento no suplicar. No momento certo Deus trouxe-lhes a resposta.
Deus prometeu a Salomão que “Se o meu povo, que se chama por meu nome, se humilhar e orar, e me buscar, e se converter de seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (II Crônicas 7.14).
Deus põem suas condições: orar, humilhar-se, buscar e converter-se. Uma vez que as cumpramos, ele responderá.

Alguém pode perguntar: “Se Deus é soberano e tudo realiza segundo a sua
vontade, qual a necessidade de orar?”.  Lembremos que, embora a vontade de Deus seja “boa, agradável e perfeita” (Romanos 12. 2), ele aguarda a nossa oração, pois quer fazer-nos participantes diretos de todos os seus atos.
Daniel buscou ao Senhor “com orações e súplicas, jejum, pano de saco e cinza” (Daniel 9.3), confessando e intercedendo pelo pecado do povo a fim de que cessasse a assolação que estava sobre Jerusalém.

Daniel sabia que, mais cedo ou mais tarde, a resposta de Deus viria, mas, também, sabia que Deus esperava as orações dos seus filhos. Precisamos ratificar o propósito de Deus, orando.
Assim, Daniel clamou sem cessar, três vezes ao dia, perseverantemente. Cumpramos a palavra apostólica que ensina: “Perseverai na oração, vigiando com ações de graça” (Colossenses 4.2). “Orai sem cessar” (II Tessalonicenses 5.17). Verdadeiramente, Deus espera a nossa oração. Amém.

sábado, 30 de outubro de 2010

Senhor ensina-nos a orar...

Os discípulos de Jesus tinham crescido numa cultura que dava grande importância à oração. Eles deveriam estar familiarizados com as muitas orações registradas no Velho Testamento; talvez tivessem memorizado algumas delas. Sem dúvida, tinham ouvido os pais devotos orar, e podemos ter certeza de que, nas sinagogas ou nas esquinas das ruas, tinham ouvido os fariseus orando. Entretanto, quando ouviram Jesus orar, reconheceram uma nova dimensão na comunicação com Deus.

"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos"
(Lucas 11:1).

Muitos fatos importantes são entendidos neste pedido:

Primeiro, os discípulos viam em Jesus o valor da oração. Eles viam como ele orava freqüentemente, não porque tinha chegado certa "hora de oração", mas por causa de seu senso de necessidades. Sem dúvida, eles já tinham visto o que foi tão claramente demonstrado mais tarde no jardim: a força que ele ganhava com a oração. Eles queriam saber como aproveitar essa fonte de força e receber os benefícios que estavam tão obviamente disponíveis para ele na oração.

Segundo, eles reconheciam o valor da instrução. Poderia se supor que qualquer um que crê em Deus deveria ser capaz de falar com ele fácil e naturalmente. Contudo, é aparente, mesmo ao observador casual, que alguns oram melhor do que outros e que o ensinamento é útil neste assunto importante. João tinha ensinado seus discípulos a orar e os discípulos do Senhor sentiam como eram inadequados e como tinham necessidade da ajuda dele.

Finalmente, eles identificaram Jesus como o melhor mestre possível. E não era de se admirar! Ele conhecia o Pai melhor do que qualquer outro o conheceu. Tendo existido "em forma de Deus" e tendo se esvaziado, "assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens", ele entendia mais plenamente do que qualquer outro homem a fraqueza da humanidade e a necessidade de assistência divina. E, melhor do que qualquer mero humano, ele entendia a sabedoria de Deus para saber o que é melhor para o homem, o poder de Deus para dá-lo, e o amor de Deus que está disposto a ouvir os apelos de seus filhos. Ele sabia o que tinha acontecido no céu, em resposta às orações de homens como Moisés e Daniel. Quem melhor poderia ensinar os discípulos a orar? Quem pode ensinar-nos melhor?

Jesus nos ensina o que a oração é. Muitos pensam que ela seja uma simples lista de coisas que queremos que Deus nos dê ou serviços que queremos que ele nos preste. Alguns vão um pouquinho mais longe para incluir os agradecimentos. "Súplicas com ações de graças" (Filipenses 4:6) são apropriadas à oração, mas estas somente não são suficientes para definir a oração. Este entendimento inadequado do que a oração é pode bem explicar por que gastamos tão pouco tempo em oração; não leva muito tempo para recitarmos nossa lista de carências e talvez menos tempo para listar as coisas pelas quais somos gratos. Quando Jesus passou noites inteiras em oração, não foi porque ele tinha uma lista de coisas tão grande pelas quais pedir ou dar graças. Foi porque ele estava falando com seu Pai e com seu mais íntimo amigo. É isto que a oração é: falar com Deus, falando nossos pensamentos a ele como faríamos a um amigo. Quem entre nós sente que aprendeu fazer isto como Jesus fazia? Temos esperança de que cada leitor deste artigo sinta a mesma necessidade das instruções do Senhor que os primeiros discípulos sentiam.

Sewell Hall.

sábado, 16 de outubro de 2010

O pássaro e a oração.

Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair? Como é que ele consegue isso? Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço. O segredo está nos tendões das pernas do passarinho. Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa. Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar. O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa. É uma maravilha, não é? Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho!

Mas, não é tão diferente em nós. Quando nosso "galho" na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, dobrado em oração. Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a fé, desanimar de caminhar; não caminhe mais sozinho, Jesus quer fortalecê-lo e caminhar consigo por toda sua vida! É Ele quem renova suas forças e sua fé, e se cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você Seu filho amado, basta você CRER!

"Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedires o que quiseres e vos será feito" Jô 15:7
"Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" 1 Pe 5:7

Fonte: Jesus Site
http://www.jesussite.com.br/