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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Comentários Que Ferem

            O escritor de Provérbios descreve uma pessoa tola como alguém “cuja tagarelice é como pontas de espada” (Provérbios 12:18). Nossas línguas podem ser como lâminas afiadas quando se referem às maneiras como ferimos e destruímos uns aos outros.
            Atitudes prejudiciais como ira, irritação, frustração e impaciência – até mesmo desapontamentos, estresse, culpa e insegurança contribuem para nossa linguagem infrutífera. E quando ferimos com nossas palavras, machucamos e separamos amizades e relacionamentos. Não é de admirar que a lista de sete coisas infames que aborrecem ao Senhor, inclui também qualquer um que “semeia contendas entre os irmãos” (Provérbios 6:16-19).
            Como ficarmos fora dessa lista? Para começar, precisamos cuidar do que falamos. Fofocas e calúnias estão fora, e palavras que ferem em vez de curar não são bem-vindas. Ostentação, mentira e todas as outras maneiras como usamos palavras para ferir e dividir, também não devem fazer parte de nosso vocabulário. Em seu lugar, palavras que demonstram o amor e o poder curador do perdão, da misericórdia e da verdade devem dominar nossas palavras e relacionamentos. Afinal, onde estaríamos se Jesus não tivesse falado palavras de perdão, amor e graça para nós?
            Portanto, guarde a “faca” e use suas palavras para ajudar e curar.
Meditação: Alguém há cuja tagarelice é como pontas de espada, mas a língua dos sábios é medicina. (Provérbios 12:18)
Pensamento: Nossas palavras têm o poder de construir ou destruir.
Leitura: Provérbios 12:17-22.
FONTE:
Joseph M. Stowell

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Uma Mão Amiga

            O jóquei Johnny Longden foi golpeado no meio de uma corrida na década de 1930. Enquanto um cavalo de corrida vinha por trás, Johnny foi lançado pela lateral de seu cavalo. Vendo seu estado, outro jóquei o alcançou e tentou recolocar Longden em sua montaria. Infelizmente, ele empurrou tão forte que Longden voou por cima do animal para o outro lado. Outro jóquei, próximo, agarrou-o e conseguiu ajudá-lo a montar novamente com segurança. Surpreendentemente, Johnny Londen venceu a corrida. Um jornal local considerou isso como “a suprema impossibilidade”. As mãos amigas não somente salvaram-no do ferimento grave e possível morte, mas permitiram-no vencer a corrida.

            Como cristãos, nós devemos oferecer uma mão amiga para outros também. Em Provérbios 31, lemos sobre a mulher virtuosa que “Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado” (Provérbios 31:20). Por séculos, a compaixão desta mulher de fé tem sido uma inspiração para homens e mulheres. Ela nos ajuda a lembrar que oferecer-nos para outros é uma virtude bíblica a ser demonstrada por todos os cristãos.
            Existem muitos que estão lutando ou caíram em momentos difíceis e necessitam de nossa ajuda. Quem do seu convívio precisa de uma mão amiga?
Meditação: Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado. (Provérbios 31:20)
Pensamento: Deus geralmente envia Sua ajuda através de mãos humanas.
Leitura: Provérbios 31:10-20.
FONTE:
H. Dennis Fischer

terça-feira, 14 de junho de 2011

Esquecendo-nos de Nós Mesmos

Meditação: Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar (Tiago 1:19)
Pensamento: Ouvir pode ser o gesto mais amoroso que você exercerá hoje.
Leitura: Filipenses 2:1-4.
Mensagem:
Esquecendo-nos de Nós Mesmos
           
No verão passado, enquanto eu pescava trutas num riacho local, um peixe que se alimentava próximo dali chamou minha atenção. Olhando ao redor, enxerguei Dave Tucker, um guia reconhecido nacionalmente e fornecedor de roupas para flyfishing (pesca com mosca). Imediatamente, passei a prestar atenção no meu desempenho, lancei o anzol de forma desajeitada e perdi o peixe. É isso que acontece quando desviamos nossa atenção da atividade à mão e passamos a pensar em nós mesmos.
            W. H. Auden compôs um pequeno e simpático poema sobre aqueles que se esquecem de si mesmos ao executar uma atividade – um cozinheiro preparando um molho, um cirurgião fazendo uma incisão, um funcionário preenchendo um documento chamado “conhecimento de embarque marítimo”. O poema diz que todos “têm a mesma fisionomia absorta, esquecendo-se de si enquanto exercem a função”. Essa sentença “esquecendo-se de si enquanto exercem a função” traz à memória Filipenses 2:3-4: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros”.
            Quando ouço um amigo, preciso lembrar de concentrar minha atenção nele, ao invés de divagar pensando sobre minha aparência, o que meu amigo pensa de mim ou o que eu deveria dizer em seguida. Priorizemos os outros ouvindo-os com a máxima atenção, concentrando-nos naquele que estiver diante de nós, esquecendo-nos de nós mesmos.
FONTE:
David H. Roper

terça-feira, 31 de maio de 2011

Escoteiros do Espaço

            Muitos dos primeiros astronautas foram escoteiros. Os escoteiros eram bons em atrair a imaginação dos jovens e induzir disciplina para atingir seus alvos – mesmo que isso significasse alcançar as estrelas.

domingo, 29 de maio de 2011

Elogios de Graça


Meditação: Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. (Provérbios 16:24)
Pensamento: Um elogio feito com gentileza cai suavemente, e traz enorme satisfação.
Leitura: Provérbios 16:20-28.
Mensagem:
Elogios de Graça
            Durante um momento de crise econômica e notícias deprimentes, dois estudantes de uma universidade decidiram animar as pessoas no campus com algumas palavras encorajadoras. Durante duas horas todas as quartas-feiras à tarde, Carlos e Bernardo permaneciam em pé em uma passagem muito movimentada segurando um grande cartaz “Elogios de graça” e dizendo coisas boas a todos que passavam por ali. “Gosto do seu casaco vermelho”. “Suas botas são muito legais”. “Que sorriso lindo!” Alguns estudantes disseram que passavam pelos “meninos dos elogios” todas as quartas-feiras, de propósito, apenas para ouvirem uma palavra amável.
            Fiquei impressionado com esses dois rapazes que olhavam para as pessoas com o objetivo de elogiá-las em vez de procurar defeitos ou criticá-las. Será que eu, como cristão, enxergo os outros desta forma diariamente?
            Em vez de sermos com a pessoa que se atém ao mal e cujo discurso é como “… fogo ardente” (Provérbios 16:27), podemos escolher uma abordagem diferente, sabendo que aquilo que dizemos vem do profundo de nosso ser. “O coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios. Palavras agradáveis são como favo de mel; doces para a alma e medicina para o corpo” (Provérbios 16:23-24).
            Palavras amáveis podem ser gratuitas, porém são impagáveis para elevar o espírito. Porque não encorajar alguém hoje?
FONTE:
David C. McCasland

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fale Baixo, Fale Devagar


Meditação: A resposta branda desvia o furor… (Provérbios 15:1)
Pensamento: Morda sua língua antes que ela morda os outros.
Leitura: Juízes 7:24-8:3.
Mensagem:
Fale Baixo, Fale Devagar
            John Wayne, famoso ator americano e ícone de filmes, disse certa vez: “Fale baixo, devagar e pouco”. Esse conselho, para mim, é difícil de seguir já que falo muito rápido e nem sempre falo com calma ou controlo minhas palavras. No entanto, essa ideia de controlar nossa fala pode ser uma ferramenta útil quando lidamos com a raiva. A Bíblia diz que devemos ser “…tardios para falar” (Tiago 1:19), e que “A resposta branda desvia o furor…” (Provérbios 15:1).
            Gideão respondeu brandamente durante uma briga verbal com alguns companheiros israelitas (Juízes 8). Logo após seu exército ter derrotado os midianitas, um grupo de seus compatriotas o criticou severamente (Juízes 8:1). Estavam ofendidos por não terem participado da parte principal da batalha. Gideão não lhes respondeu com grosseria. Antes, lembrou-os de que haviam capturado e matado os príncipes midianitas e também os honrou ao perguntar, “… que pude eu fazer comparável com o que fizestes? …” Finalmente, “… abrandou-se-lhes a ira para com ele” (Provérbios 15:3).
            Com a ajuda do Senhor, podemos neutralizar situações tensas, controlando nossas palavras. Responder gentil e cuidadosamente às pessoas iradas pode promover a unidade, para a glória de Deus.
FONTE:
Jennifer Benson Schuldt

sábado, 21 de maio de 2011

Vale Medalha de Ouro

Meditação: Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. (Filipenses 2:4)
Pensamento: Quando amamos a Deus, serviremos aos outros.
Leitura: Filipenses 2:4-11.
Mensagem:
Vale Medalha de Ouro
            No campeonato estadual de corrida de revezamento entre escolas do ensino médio do estado do Kansas, EUA, em 2009, algo incomum aconteceu: a equipe feminina que venceu o revezamento de 3.200m foi desqualificada. Mas o que aconteceu em seguida foi ainda mais incomum. A equipe premiada como campeã estadual, por deliberação, deu suas medalhas à equipe que havia sido desqualificada.
            A primeira escola perdeu o primeiro lugar porque os juízes determinaram que uma das atletas tinha saído de sua pista enquanto entregava o bastão. Isso significava que a segunda equipe, Academia Maranata, seria promovida ao primeiro lugar. Após receberem suas medalhas, as meninas vencedoras perceberam os olhares deprimidos nos rostos das atletas que haviam perdido, e lhes entregaram suas medalhas individuais.
            Por que elas fizeram isto? A treinadora da equipe vencedora disse: “Nosso tema neste ano era correr não para conquistarmos glória pessoal, mas glória a Deus”. Em decorrência da atitude dessas meninas, a história foi contada por todo o estado do Kansas e o nome de Deus foi exaltado.
            Quando colocamos nossos interesses e realizações de lado para reconhecer que é melhor zelar pelos interesses dos outros (Filipenses 2:4), vemos o nome de Deus ser glorificado. Agir com graça e bondade em relação aos outros é uma as melhores formas de levar as pessoas a Deus.
FONTE:
J. David Branon

terça-feira, 10 de maio de 2011

Alegrai-vos com os que se alegram (Romanos 12:15).

Você realmente consegue se alegrar quando Deus abençoa outras pessoas? Isso deveria ser natural para os cristãos na comunhão uns com os outros. Deus colocou todos os redimidos unidos como membros de um único corpo. Portanto, deveria ser normal para um cristão se alegrar quando o Senhor demonstra Sua bondade a outro: “Se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele” (1 Coríntios 12:26). A alegria compartilhada é alegria duplicada.

Um bom exemplo de alegria mútua é encontrado na epístola aos Filipenses. O apóstolo Paulo estava preparado para se sacrificar no serviço do Senhor, e ainda assim se alegrava. “E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós”, e acrescentou: “E vós também regozijai-vos e alegrai-vos comigo por isto mesmo” (Filipenses 2:17-18).

Ele era uma pessoa que trabalhava para a alegria dos outros(2 Coríntios 1:24). E desejava compartilhá-la. O amor sempre encontrará um motivo e um modo para participar da alegria dos outros.

O júbilo dividido com sinceridade é altruísta. Ele nos livra de nossas dores e lutas e nos coloca na mesma situação que os demais. Podemos dispor nosso coração a amar o próximo como amamos a nós mesmos e, ao fazer isso, nos pareceremos mais com o Senhor Jesus.

Amar sem egoísmo e se alegrar com os outros sem egoísmo não é uma qualidade do homem natural, pois o pecado retirou essa capacidade do nosso coração. No entanto, os que conhecem o Senhor Jesus como Salvador nasceram de novo e por isso são capazes de agir de acordo com o versículo de hoje. Isso é fruto do Espírito Santo que habita dentro deles. “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimida­de, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança” (Gálatas 5:22).

sábado, 16 de abril de 2011

Comunhão Na Sala De Emergência

Meditação: Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo. (Gálatas 6:2)
Pensamento: Uma mão amiga pode aliviar o fardo de outra pessoa.
Leitura: Gálatas 6.1-10.
Mensagem:
Comunhão Na Sala De Emergência
            Há pouco tempo, minha esposa, Janete, e eu aceitamos o convite para uma refeição com uma senhora cristã que frequenta a nossa classe de Escola Dominical. Em seu zelo em nos preparar uma refeição, fez um corte profundo no dedo indicador. Enquanto a levávamos para a sala de emergência, oramos por ela, e depois lhe fizemos companhia na sala de espera. Várias horas mais tarde, nossa amiga finalmente viu o médico.
            Ao voltarmos à sua casa, nossa anfitriã insistiu que ficássemos para a refeição que ela havia preparado. Tivemos um tempo precioso de conversas animadas e comunhão espiritual. Enquanto comíamos, ela compartilhou um pouco do sofrimento pelo qual havia passado, e como, através dos altos e baixos, encontrara a maravilhosa graça de Deus invadindo sua vida.
            Mais tarde, minha esposa e eu refletimos sobre a ida inesperada ao hospital e na subsequente comunhão que compartilhamos como resultado disso. Este versículo veio à mente: “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo” (Gálatas 6:2). Por darmos apoio à nossa anfitriã ferida, ela foi abençoada. E, em seguida, ela tornou-se uma bênção para nós através de sua hospitalidade e deliciosa refeição.
            Pensando nisso, aprendemos que experiências dolorosas podem ser uma maravilhosa entrada para uma rica comunhão, à medida que “levamos as cargas uns dos outros.”
FONTE:
H. Dennis Fischer

quarta-feira, 30 de março de 2011

Chorar e Alegrar-se

Meditação: Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram. (Romanos 12:15)
Pensamento: Atender as necessidades dos outros, honra a Cristo.
Leitura: Romanos 12:9-16.
Mensagem:
Chorar e Alegrar-se
            Golda Meir conheceu lutas e sucessos durante sua vida. Como primeira-ministra de Israel, ela experimentou muitas situações de conflito e perda, e períodos alegres de sucessos e vitória na vida do novo Estado de Israel. Golda afirmou o seguinte sobre alegria e tristeza: “Aqueles que não sabem chorar com todo o seu coração, também não sabem rir”.
            O apóstolo Paulo nos chamou para uma vida de choro e de alegria – mas com um diferencial. Em Romanos 12:15, o apóstolo nos desafiou a olharmos para fora de nossas próprias experiências para as necessidades dos outros. Ele disse: “Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram”.
            Se nos alegrarmos apenas com nossas próprias vitórias, perderemos a maravilha de celebrar o poder do Senhor, que deseja cumprir Seus propósitos em e através dos outros também. Se chorarmos apenas nossas próprias perdas, não teremos a oportunidade de “estar lá” para aqueles que estão machucados, mostrando-lhes compaixão.
            A vida está repleta de extremos: alegria e tristeza, vitória e derrota. Entretanto, recebemos o privilégio de participar destes momentos das vidas das pessoas, para vermos a graça de Deus atuando. Não perca esta oportunidade!
FONTE:
William E. Crowd

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Perfeito Amor

Ref: I Cor 13

“Agora permanecem a fé, a esperança e o amor, mas o maior desses é o amor.”

Um poema tão lindo como esse, só pode ser escrito com a inspiração de Deus. O texto de Iº Coríntios 13 é um desafio e se não fosse esse texto, por certo, faríamos muitas coisas erradas.

Geralmente as pessoas que estão cheias de remorsos, procuram reparar seus erros. Algumas delas fazem coisas erradas a vida inteira, e quando estão velhas, dizem: “Agora vou purgar a minha vida, vou consertar o que fiz de errado, vou ajudar os pobres, distribuir cestas básicas, etc.”

Outras pessoas, misturam amor com um monte de outras coisas, como por exemplo com o comodismo.“Vou colocar minha mãe no asilo. Lá ela será bem cuidada, não poderei ir lá, mas ela será bem cuidada.”

Para se ter o amor descrito no texto acima, é preciso ter fé. Vemos que o pilar de I Coríntios 13 possui três bases.

A fé
A fé é a firme convicção das coisas que não se vêem, mas que se esperam. Sem fé, acreditamos no relato errado que as pessoas fazem, absorvemos a negatividade da família, dos jornais, do governo... Sem fé nos tornamos pessoas extremamente calculistas, que analisam somente pelas circunstâncias. A fé é a firmeza, a confiança, a adesão absoluta naquele que cremos que pode mudar a situação.

Sem fé, não conseguiríamos ser pessoas acima da média. A pessoa que não tem fé, sofre muito.

A esperança
A esperança é a expectativa positiva. Quando temos esperança, podemos começar por baixo, com a perspectiva de que podemos chegar lá em cima. O esperançoso é otimista.

O amor
O amor é a coroa dos resultados. Fé + Esperança = Amor

O amor não fere, não mata não se ensoberbece. De longe que um homem bomba ama alguém ou alguma coisa. Que amor é esse, em que uma pessoa coloca um monte de bomba no corpo e explode todo mundo?
O amor não se exaspera. Muitas vezes não passamos de ‘Pilatos’ e lavamos as mãos, nos eximindo de responsabilidades que são nossas e como Judas, vendemos Jesus por muito menos que 30 moedas de prata. Pecamos por muito pouco.
Tenho desejo, de ver um outdoor de um político com os dizeres: “Amo Jesus e não tenho vergonha d’Ele” e isso fora do período de política.

O segredo para ser amado é amar. Ame!

“Porque Deus amou o mundo tanto, que deu seu único filho, para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16.

Pr. Jorge Linhares

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Verdadeira amizade

Todos nós já ouvimos muito sobre amizade. Constantemente recebemos emails com esse tema, mas na prática ainda precisamos melhorar muito, pois a verdadeira amizade, que assim como o amor pede muitas vezes a renuncia do nosso eu.

Por uma amizade precisamos passar não apenas pelos momentos bons, mas também momentos em que as idéias, opniões e gostos não batem.

A bíblía dá um exemplo muito significativo acerca disso. A amizade de Davi e Jonatas.

Jonatas como filho do rei Saul tinha todos os motivos para não gostar de Davi que era uma ameaça para o seu futuro reinado. Mas Jonatas fez o que a gritante maioria não faria, amou Davi como um verdadeiro amigo.

Assim como o amor a amizade não pode ser medida apenas por palavras, mas por ações, vamos observar de maneira simples o que Jonatas fez por Davi:

Sucedeu que, acabando Davi de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma.
Saul, naquele dia, o tomou e não lhe permitiu que tornasse para casa de seu pai.
Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma.
Despojou-se Jônatas da capa que vestia e a deu a Davi, como também a armadura, inclusive a espada, o arco e o cinto. ISam. 18 1-4

Ler essas expressões pode gerar na grande maioria desconfiança acerca da sexualidade deles, pois vivemos num tempo em que a malícia está em todas as coisas. Mas na verdade isso expressa uma grande amizade. Jonatas viu em Davi um exemplo a seguir. Um jovem guerreiro, corajoso e leal.

O que chama mais a atenção é que Jonatas deu a sua capa a Davi, que simboliza proteção.

Verdadeiros amigos se protegem e não expõe uns aos outros.

Jonatas entendeu que aquele era o momento de Davi e gostaria de estar perto nessa hora.

e lhe disse: Não temas, porque a mão de Saul, meu pai, não te achará; porém tu reinarás sobre Israel, e eu serei contigo o segundo, o que também Saul, meu pai, bem sabe. 1 Samuel 23:17

Thiago N.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Casamento não é o sepultamento da nossa individualidade

Individualidade - respeito consigo mesmo.

Mutualidade - respeito com os outros.


O equilíbrio entre individualidade e mutualidade é um desafio permanente na vida de um casal (liberdade e compromisso). Isto porque é difícil construir uma relação em que os aspectos saudáveis de cada um se completam, onde um e outro possam ser o que são, coexistindo duas individualidades numa parceria.

Carl A. Whitakar, diz que: \"quanto mais você é livre para ficar com os outros, especialmente com o seu cônjuge, mais você se sente livre consigo mesmo\". A questão é: Qual é o grau de liberdade e independência necessário para que a relação continue viva e abrigue possibilidades de desenvolvimento pessoal?

Verdades que todo casal precisa saber sobre individualidade e mutualidade:

1- Deus criou o homem carente de relacionamento, com ânsia de se juntar e não passar a vida sozinho (Gn 2.18; Ec 4.9-13).

2- Casamento não é uma chamada para o encarceramento, prisão ou escravidão, no sentido de perda total de liberdade e de individualidade. A unidade do casal não pode ser doentia. No amor não há sentimento de possessividade.

3- Se uma pessoa é dominadora (possessiva) e tolhe a liberdade do parceiro, o companheirismo deixa de existir. À medida que o amor cresce, também crescem a liberdade, a responsabilidade e o próprio amor.

4- O equilíbrio entre a proximidade e a liberdade de cada indivíduo é uma das características mais importantes da completude.

5- Casamento problemático é aquele em que uma das partes enxerga as horas de separação, a individualidade e o espaço como ameaças. Para essa pessoa, a individualidade significa falta de amor e descaso. Ela só se sente amada quando está ao lado do outro.

6- O casal deve estar atento para o perigo de usar a liberdade de modo destrutivo. Adão e Eva usaram a liberdade para pecar contra Deus. O apostolo Paulo fala sobre isso: \" Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outro mediante o amor. Toda a Lei se resume num só mandamento: \'Ame o seu próximo como a si mesmo\'\". (Gl 5.13,14).

7- Não podemos usar nossa liberdade para satisfazer nosso egocentrismo.

8- Cada casal deve encontrar um grau de individualidade com sabedoria para que nenhum dos dois sofra.

9- A Bíblia diz: \"Ame o próximo como você ama a si mesmo\" (Mc. 12.33). Ao exercer a sua individualidade, não deixe de ver como a sua liberdade está afetando a pessoa que você ama. Você gostaria de ser tratado com desrespeito? Lembre-se, respeito gera respeito!

Por Josué Gonçalves

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

10 Mandamentos do Namoro Cristão

Quais são os 10 mandamentos do namoro?

Namoro é uma fase muito bonita. É definida como o ato de galantear, cortejar, procurar inspirar amor a alguém. O namoro cristão, tenha a idade que tiver, deve ser uma convivência afetiva preliminar que amadurece e prepara o casal para o compromisso mais profundo. O contrário disso, longe dos princípios de Deus, pode resultar em uma experiência nociva e traumática. Observe alguns princípios que ajudam a manter o seu namoro dentro do ponto de vista de Deus.

1. Não namore por lazer: namoro não é passatempo e o cristão consciente deve encarar o namoro como uma etapa importante e básica para um relacionamento duradouro e feliz. Casamentos sólidos decorrem de namoros bem ajustados.

2. Não se prenda em um jugo desigual (II Co 6:14-18): iniciar um namoro com alguém que não tem temor a Deus e não é uma nova criatura pode resultar em um casamento equivocado. E atenção: mesmo pessoas que freqüentam igrejas evangélicas podem não ser verdadeiros convertidos ou não levarem o relacionamento com Deus a sério.

3. Imponha limites no relacionamento: o namoro moderno, segundo o ponto de vista dos incrédulos, está deformado e nele intimidade sexual ou práticas que levam a uma intimidade cada vez maior são normais, mas o namoro do cristão não deve ser assim, o que nos leva ao próximo mandamento.

4. Diga não ao sexo: Deus criou o sexo para ser praticado entre duas pessoas que se amam e têm entre si um compromisso permanente. É uma bênção para ser desfrutada plenamente dentro do casamento; fora dele é impureza.

5. Promova o diálogo e a comunicação: conversar é essencial, estabeleça uma comunicação constante, franca e direta e não evite conversar sobre qualquer assunto.

6. Cultive o romantismo: a convivência a dois deve ser marcada por gentileza, cordialidade e romantismo. Isso não é cafona, nem é coisa do passado e traz brilho ao relacionamento.

7. Mantenha a dignidade e o respeito: o namoro equilibrado tem um tratamento recíproco de dignidade, respeito e valorização. O respeito é imprescindível para um compromisso respeitoso e duradouro. Desrespeito é falta de amor.

8. Pratique a fidelidade: infidelidade no namoro leva à infidelidade no casamento. Fidelidade é elemento imprescindível em qualquer tipo de relacionamento coerente à vontade de Deus, que abomina a leviandade.

9. Assuma publicamente seu relacionamento: uma pessoa madura e coerente com a vontade de Deus não precisa e nem deve lutar contra seus sentimentos ou escondê-los.

10. Forme um triângulo amoroso: namoro realmente cristão só é bom a três: o casal e Deus. Ele deve ser o centro e o objetivo do namoro.

Deixe Deus orientar e consolidar seu namoro. Viva integralmente as bênçãos que Deus tem para você através do namoro. E seja feliz.

Minha Fonte:
Solteiros Cristãos

domingo, 14 de novembro de 2010

O Cordão de Três Dobras

A Bíblia diz em Eclesiastes 4.9-12 que “melhor é serem dois do que um”, mas termina falando sobre o cordão de três dobras e revelando que é melhor serem três do que dois. Fica implícito que a conta de uma terceira dobra no cordão está mostrando que o “time” aumentou.

“Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.” (Eclesiastes 4.12)

Salomão afirma que se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão. Isto mostra que um cordão dobrado oferece maior resistência. Porém, ao acrescentar-se uma terceira dobra, ele fica ainda mais resistente! Se há benefícios em ser dois, há muito mais em ser três!

Como já afirmamos, Salomão não fez esta afirmação direcionada exclusivamente ao casamento; ele fala de relacionamento de um modo geral. E, em qualquer relacionamento, a terceira dobra poderia ser mais uma pessoa. Porém, quando examinamos a revelação bíblica acerca do casamento, descobrimos que, no modelo divino, deve sempre haver a participação de uma terceira parte. E isto não fala da presença de algum filho e nem tampouco de um (abominável) triângulo amoroso! Fala da participação do Senhor no casamento.

A presença de Deus é a terceira dobra e deve ser cultivada na vida do casal. Adão e Eva não ficaram sozinhos no Éden, Deus estava diariamente com eles e, da mesma forma como idealizou com o primeiro casal, Ele quer participar do nosso casamento também!
Vemos esta questão do envolvimento de Deus na união matrimonial sob três diferentes perspectivas:
1. Deus como parte do compromisso do casal;

2. Deus como fonte de intervenção na vida do casal;

3. Deus como modelo e referência para o casal.
Pr. Luciano Subirá

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Perdão.

O perdão é a cura das memórias, a assepsia do coração, a faxina da alma. O perdão é uma necessidade vital e uma condição indispensável para termos uma vida em paz com Deus, com nós mesmos e com o próximo. Uma vez que somos falhos e pecadores, estamos sujeitos a erros. Por essa razão, temos motivos de queixas uns contra os outros. As pessoas nos decepcionam e nós decepcionamos as pessoas.

É impossível termos uma vida cristã saudável sem o exercício do perdão. Quem não perdoa não pode adorar a Deus nem mesmo trazer sua oferta ao altar. Quem não perdoa tem suas orações interrompidas e nem mesmo pode receber o perdão de Deus. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. Quem não perdoa é entregue aos verdugos da consciência. O perdão, portanto, não é uma opção para o crente, mas uma necessidade imperativa.

O perdão é uma questão de bom senso. Quando nutrimos mágoa no coração, tornamo-nos escravos do ressentimento. A amargura alastra em nós suas raízes e produz dois frutos malditos: a perturbação e a contaminação. Uma pessoa magoada vive perturbada e ainda contamina as pessoas à sua volta. Quando guardamos algum ranço no coração e nutrimos mágoa por alguém, acabamos convivendo com essa pessoa de forma ininterrupta. Se vamos descansar, essa pessoa torna-se o nosso pesadelo. Se vamos nos assentar para tomar uma refeição, essa pessoa tira o nosso apetite. Se nosso propósito é sair de férias com a família, essa pessoa pega carona conosco e estraga as nossas férias. Por essa razão, perdoar não é apenas uma questão imperativa, mas, também, uma atitude de bom senso. O perdão alivia a bagagem, tira o fardo das costas e terapeutiza a alma.

Mas, o que é perdão? Perdão é alforriar o ofensor. Perdoar é não cobrar nem revidar a ofensa recebida. O perdão não exige justiça; exerce misericórdia. O perdão não faz registro das mágoas. Perdoar é lembrar sem sentir dor.

Até quando devemos perdoar? A Bíblia nos diz que devemos perdoar assim como Deus em Cristo nos perdoou. Devemos perdoar de forma ilimitada e incondicional. Devemos perdoar não apenas até sete vezes, mas até setenta vezes sete.

Por que devemos perdoar? Porque fomos perdoados por Deus. Os perdoados precisam ser perdoadores. No céu só entra aqueles que foram perdoados; e se não perdoarmos, não poderemos ser perdoados. Logo, todo crente em Cristo precisa praticar o perdão.

Quem deve tomar iniciativa no ato do perdão? Jesus disse que se nos lembrarmos que nosso irmão tem alguma coisa contra nós, devemos ir a ele. Não importa se somos o ofensor ou o ofendido. Sempre devemos tomar a iniciativa, e isso com humildade e espírito de mansidão. Precisamos entender que o tempo nem o silêncio são evidências de perdão. É preciso o confronto em amor. Há muitas pessoas doentes emocionalmente porque não liberam perdão. Há muitas pessoas fracas espiritualmente porque não têm a humildade de pedir e conceder perdão. Precisamos quebrar esses grilhões, a fim de vivermos a plenitude da liberdade cristã.

O perdão é a manifestação da graça de Deus em nós. Se nos afastarmos de Deus, nosso coração torna-se insensível. Porém, se nos aproximarmos de Deus, ele mesmo nos move e nos capacita a perdoar assim como ele em Cristo nos perdoou.
REV. HERNANDES DIAS LOPES

sábado, 2 de outubro de 2010


Mateus 20:26,27 “Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;”

Mateus 23:11 “O maior dentre vós será vosso servo.”
Nosso Jesus é maravilhoso, todos seus ensinamentos continham exemplos práticos dados por ELE mesmo, nunca mandava alguém fazer algo sem ELE mesmo ter feito, com Jesus não existia a frase; “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.
Quando ensinava a orar, é porque orava, quando ensinava a conhecer as escrituras, é porque conhecia como ninguém, quando falava sobre humildade, é porque ELE fora o mais humilde.
Um dos maiores exemplos de humildade que o Mestre nos deixou, foi quando resolveu lavar os pés de seus discípulos, trabalho este que era para escravos!
Agora creio que você já tenha entendido o titulo deste simples artigo, na matemática de Jesus, o Grande, Maior e Primeiro sempre foram aqueles que serviam!
Em certo momento ELE declara; “o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir…”
Quantas vezes não queremos sair de nossas posições para servir o nosso irmão, nossos cargos e nossas hierarquias muitas vezes tem nos distanciado do mandamento de Jesus.
Quer ser grande, maior e primeiro?  Sirva!
Em Cristo, David Gregório ao Gospel Prime

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Acima das ofensas.

ROMANOS 12.9-21
Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis. (Rm 12.14.)


Miguel Rizzo conta uma história da época do Brasil imperial. Houve um jornalista com o pseudônimo de Timandro que escrevia suas crônicas para o jornal Libelo do Povo. Homem de muita cultura, era especialista em assuntos ? nanceiros. Entretanto, nos seus escritos, atacava violentamente Dom Pedro II e a família imperial.

Depois de algum tempo em seu posto de vigia, denunciando as falhas da coroa real, esse homem recebe um convite do imperador. Dom Pedro II o chamava para ser Ministro da Fazenda. Ao encontrar-se com o monarca, ele assim se expressou:

“Senhor, para grandes crimes, grandes expiações. Esmagado pela generosidade de Vossa Majestade, e forçado a retratar-me dos erros de uma mocidade petulante, a expiação do meu orgulho não podia ser maior.”
Dom Pedro II não colocava seu foco nas ofensas, mas nas qualidades de quem o criticava e na seriedade de suas críticas. E usou de bondade para com ele, e o aproveitou em seu governo com sua capacidade.
O Senhor Jesus nos ensina exatamente isto: Não colocarmos o nosso “eu” em primeiro lugar, mas amarmos as pessoas, perdoarmos sempre e abençoarmos
de coração. Haverá lucro para todos, esteja certo disso. Amar, perdoar, abençoar...

É isto que quero sempre fazer,
Ajuda-me, oh Pai, a sempre ter
Um coração que se alegra em obedecer.

Pai, minha vida pertence a ti. Quero viver para a tua glória,
amando-te de todo o coração; amando com toda a bondade
a todos ao meu redor. Ajuda-me. Amém.